O dinheiro é público — e acompanhar para onde ele vai é direito seu. Aqui, o que a Câmara já divulga fica organizado e fácil de entender: o deputado é o titular da cota; quem recebe o pagamento é o fornecedor. Os números são o ponto de partida da sua investigação — não são acusação nem veredicto.
Todo ano, bilhões em emendas saem de Brasília e chegam à sua cidade — para uma obra, um hospital, uma quadra. Mas quem apontou esse dinheiro? Para onde ele foi, de verdade? Aqui você segue o caminho: clique num estado, numa cidade ou num nome e desça até o detalhe. São dados oficiais já públicos, organizados para você entender — o ponto de partida da sua investigação, não uma acusação.
Clique numa região para ver os estados, e num estado para descer às cidades.
Um parlamentar (quem indicou a emenda) ou uma cidade (quem recebeu).
Quanto foi para cada área — Saúde, Educação, Esporte, Cidades, etc. A área é o ministério que repassou (classificação oficial).
Emenda, convênio, cota, “emenda Pix”, orçamento secreto: guias curtos, em linguagem simples, para ler os dados sem cair em conclusão falsa.
Sua cidade está aqui. Cada cidade e cada parlamentar têm uma página própria — por exemplo: São Paulo · Rio de Janeiro · Salvador · Fortaleza · Belo Horizonte · Manaus · Curitiba · Recife · Goiânia · Belém · Porto Alegre. Use a busca acima para encontrar a sua.
De onde vem cada número que você vê aqui? Esta tela mostra, ao vivo, quais bases oficiais já entraram — e quanto de cada uma já está na base. O caminho do dinheiro tem muito mais a ligar: contratos, notas fiscais, empresas, sanções. À medida que cada fonte entra, ela aparece aqui. Nada de caixa-preta: o que está pronto e o que ainda falta, tudo à mostra.
O que é cada fonte, de onde vem, o tamanho dela no governo — e quanto disso já está na base. Toque numa fonte para abrir o detalhe.
Busque um deputado ou senador e veja, lado a lado, o que custeou o mandato dele (a cota) e o que ele viabilizou (as emendas que apontou). São coisas diferentes — e aqui aparecem separadas. Clique em cada número para descer ao detalhe. Ponto de partida da investigação, não uma acusação.
Aqui se dispara a coleta e se ajusta o que coletar (período, grade, ativa) de cada fonte. As ações rodam no GitHub Actions e o andamento aparece na aba Status. Acesso protegido por segredo.
↩ voltar ao siteDigite o segredo de operação (o OP_TOKEN que você definiu no Vercel).
Bancada interna. Cada tabela é uma foto em Parquet guardada no R2 — a exploração roda toda no seu navegador (DuckDB), sem pesar o banco. Escolha uma tabela, carregue no pivô e arraste os campos pra montar somas, médias e contagens.